10 melhores atrizes de Pedro Almodóvar

Penélope Cruz

1. Penélope Cruz

Penélope Cruz começa a trabalhar com Almodóvar em Carne Trémula (1997) e com Javier Bardem, mais tarde se tornará o seu marido. Dois anos de pois aparece em Todo Sobre Mi Madre (1999). Mas o seu principal destaque nas longas metragens de Almodóvar é certamente Volver (2006). Penélope Cruz encarna a personagem de Raimunda, mãe solteira vai descobrindo aos poucos a vida da sua falecida mãe. Dois anos depois volta a trabalhar com Almodóvar em Los Abrazos Rotos (2009).

Rossy De Palma

2. Rossy De Palma

Rossy De Palma é talvez a atriz que mais impulsionou a carreira de Almodóvar para além Espanha. Diz a história que Pedro Almodóvar a conheceu num café em Palma de Maiorca, onde trabalhava como cantora e dançarina. Desde então Rossy De Palma, não só se destacou no cinema, mas também na moda trabalhando com Jean-Paul Gaultier e Thierry Mugler. Com Pedro Almodóvar destacamos La ley del deseo (1987) e Mujeres al borde de un ataque de “nervios” (1988).

 

Veronica Forqué

3. Veronica Forqué

Veronica Forqué iniciou a sua carreira como psicóloga, estudou arte dramática, mas é com o seu pai que descobre o cinema que então era realizador e produtor (José María Forqué). Mas o salto para a o elevador da glória é quando Almodóvar a convida para a personagem Cristal, uma prostituta em Qué he hecho yo para merecer esto? (1984) dois anos depois aparece em Matador. Talvez o seu melhor papel seja em Kika (1993) onde se assume como Veronica uma maquilhadora, que está sempre metida em confusões e onde acaba por ser violada.

 

Victoria Abril

4. Victoria Abril

Impossível de esquecemos a louca jornalista sensacionalista Andrea Caracortada com a sua câmara na cabeça pronta para produzir o El peor del dia em Kika. Ou uma filha que que segue as pisadas da mãe esquecida em Tacones Lejanos (1991). No entanto é em Átame! Que a atriz desenrola o seu melhor papel, como atriz porno que acaba por sofrer o Síndrome de Estocolmo e contracena com Antonio Banderas.

 

Chus Lampreave

5. Chus Lampreave

A mítica avó descoberta por Pedro Almodóvar. Chus Lampreave deu início à sua carreira em 1959, mas é 1983 que começa a trabalhar com Almodóvar em Entre Tinieblas. Chus Lampreave trabalhou em sete filmes com Amodóvar, sendo o seu último em Los Abrazos Rotos.

 

 

Carmen Maura

6. Carmen Maura

Carmen Maura e Pedro Almodóvar já são amigos de longa data, ainda antes de ser profissionais da sétima arte. Ambos os dois envolvidos na cena turbulenta espanhola dos anos 70 que ao partilhar uma ideia com Carmen Maura já então atriz, ficou tão motivada com o entusiasmo de Almodóvar para realizar um filme organizou um “peditório” de forma a juntar dinheiro para a sua primeira longa metragem Folle… folle… fólleme Tim (1978), produzido ainda em super 8 mas nunca foi lançado comercialmente. Até então a atriz já trabalhou com o realizador oito vezes, sendo o ponto alto em Mujeres al borde de un ataque de “nervios” (1998) que mereceu a nomeação para um Óscar.

 

Cecília Roth

7. Cecília Roth

Cecília Roth exilou-se em Espanha quando a ditadura assolou a Argentina nos anos 70. Foi durante os anos 80 que trabalhou com Almodóvar em 4 longas metragens, destacando logo a primeira longa metragem comercial, Pepi, Luci, Bom y otras chicas del montón (1980), Laberinto de pasiones (1982), Entre Tinieblas (1983) e Qué he hecho yo para merecer esto? (1984).

 

Julieta Serrano

8. Julieta Serrano

Julieta Serrano encarna um personagem mítica em Entre tinieblas (1983), uma Madre Superiora viciada em cocaína e que se apaixona por uma cantora refugiada no seu convento.

 

Lola Dueñas

9. Lola Dueñas

A sua primeira aparição com Almodóvar foi em Hable con ella (2002), mas o seu maior destaque foi certamente para Volver (2006) em que representa irmã Raimunda, interpretada por Penélope Cruz.

 

 

Marisa Paredes

10. Marisa Paredes

Marisa Paredes é Madrilena, mas é uma diva nórdica para Pedro Almodóvar, devido à sua aparência fria, altiva e distante. A atriz perfeita para criar estereótipos problemáticos e donos de muita autoridade e uma verdadeira elegância. De Irmã Esterco em Entre Tinieblas (1983) a La piel que habito (2011) já fez seis tipos de papeis inesquecíveis com o realizador.



Mais: , , | Por: João Baganha