10 coisas para assistir no streaming em Novembro de 2025
1. Stranger Things, 5 temporada primeira parte – Netflix
Já passaram mais de três anos desde o último episódio da viciante série Stranger Things, porém o enredo avançou apenas um ano, para 1987, com o início da quinta e última temporada. Quase todo o elenco original está de regresso, incluindo Millie Bobby Brown como Eleven, bem como Finn Wolfhard, Sadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, David Harbour e Winona Ryder. (Joseph Quinn, como o falecido e enterrado Eddie Munson, está entre os ausentes). Grande parte do caos habitual acontece, incluindo Eleven a gritar, coisas a explodir e os militares a invadir Hawkins, Indiana.
A história caminha para a sua conclusão com estas personagens familiares determinadas a encontrar o vilão Vecna e impedi-lo de destruir o mundo. A Netflix está a lançar estes últimos episódios aos poucos. Quatro serão exibidos em Novembro, outros três no Natal e o último episódio, sem exceção, na véspera de Ano Novo. Não se preocupem. A peça de teatro que serve de prelúdio à série, Stranger Things: First Shadow, continua em exibição, assim como inúmeros memes e produtos licenciados.
2. Landman, segunda temporada – Paramount+
O aguardado drama petrolífero de Taylor Sheridan, Landman, regressa a 16 de Novembro. Nesta nova temporada, Tommy enfrenta novas pressões em casa e na M-Tex Oil. “À medida que o petróleo jorra da terra, os segredos também vêm ao de cima, e o limite de Tommy Norris pode estar mais próximo do que ele imagina”, lê-se na sinopse. Ao enfrentar a crescente pressão da M-Tex Oil, de Cami Miller e da sombra da sua família, sobreviver no oeste do Texas não é nobre, é brutal. Mais cedo ou mais tarde, algo vai ceder.
3. The American Revolution – HBO
No próximo ano, celebraremos o 250º aniversário da assinatura da Declaração de Independência dos Estados Unidos, e, na véspera deste marco histórico, Ken Burns apresenta o que promete ser um olhar inovador e instigante sobre a luta dos EUA pela independência e a fundação do país. Para além da visão convencional e das imagens familiares de George Washington, Thomas Jefferson e dos outros Pais Fundadores, esta história adopta uma perspectiva mais ampla, considerando também os papeis dos negros e dos indígenas, das mulheres e dos unionistas que resistiram à separação da Grã-Bretanha.
Resistindo a mitos glorificados e simplistas, Burns afirmou que ele e os seus co-realizadores, Sarah Botstein e David Schmidt, criaram uma série que esperam que fomente “uma conversa muito mais dinâmica, não permeada de nostalgia, mas com um pouco mais de complexidade”. O estilo é tipicamente Burns, o que significa que existem muitos comentários de historiadores e narrações em voz off a ler cartas e documentos da época. Entre essas vozes, está a de Paul Giamatti a ler as palavras de John Adams (que interpretou de forma memorável numa série da HBO). A série, que defende que a Revolução Americana mudou o mundo ao inspirar outras democracias, tem 12 horas de duração. Vindo de Burns, não esperaríamos menos.
4. I Love LA – HBO
Rachel Sennott, que conquistou fãs como estrela dos filmes cómicos Shiva Baby e Bottoms (que coescreveu), é a criadora e protagonista desta série sobre um grupo de amigos que se reencontra em Los Angeles, quer alguns deles queiram ou não. A descrição oficial da HBO Max é “Um grupo de amigos ambiciosos navega pela vida e pelo amor em Los Angeles”, o que é tão útil como dizer “Algumas pessoas levantaram-se e tomaram o pequeno-almoço”, no entanto sabemos que Sennott interpreta Maia e que Josh Hutcherson (Hunger Games) é o seu namorado, Dylan. Como revela o trailer, Maia não fica nada contente quando a sua antiga amiga Tallulah (Odessa A’zion, que estará no próximo filme de Timothée Chalamet, Marty Supreme) aparece. Baseado nos trabalhos anteriores de Sennott, podemos esperar um humor acutilante e, por vezes, tonto. Leighton Meester e Elijah Wood estão entre os actores convidados.
5. All’s Fair – Hulu
Kim Kardashian protagoniza a nova série do produtor Ryan Murphy no papel de uma advogada de divórcios que deixa um escritório dominado por homens para abrir a sua própria empresa, composta exclusivamente por mulheres. Na vida real, Kardashian concluiu recentemente um curso alternativo à faculdade de Direito. Até aqui, tudo bem metalinguístico. Todavia não seria uma série de Murphy sem muito mais glamour e melodrama do que a vida real, e All’s Fair faz lembrar bastante a franquia Feud, repleta de intrigas e deliciosos sarcasmos. Murphy reuniu um elenco de luxo, muitos dos quais, para além de Kardashian (American Horror Story), já conhecidos das suas outras séries, entre as quais Naomi Watts (Feud: Capote vs. the Swans) e Sarah Paulson (outra American Horror Story).
Glenn Close e Niecy Nash-Betts interpretam sócias do novo escritório e Brooke Shields e Jennifer Jason-Leigh fazem participações especiais como clientes. As personagens têm nomes dignos de novela, como Allura, Liberty, Emerald e Carrington, e os guarda-roupas mais vistosos e as unhas mais compridas da profissão jurídica. Murphy sabe mesmo como aplicar a sua fórmula: o trailer da série teve mais de 44 milhões de visualizações no YouTube em apenas algumas semanas.
6. All Her Fault – Peacock
Sarah Snook, bem diferente do seu papel de ardilosa Shiv em Succession, interpreta Marissa Irvine, a bem-sucedida dona de uma empresa financeira e mãe de um rapaz de cinco anos. Ela chega para o ir buscar a um encontro com outras crianças, contudo parece ter recebido uma morada errada, e o pequeno Milo não está em lado nenhum. Este é o início desta série misteriosa, que tem defeitos, culpa e suspeitas suficientes para cobrir as suas muitas personagens. Jake Lacy interpreta o marido de Marissa, Peter, e Abby Elliott (The Bear) e Daniel Monks são seus irmãos. Dakota Fanning interpreta a mãe que supostamente organizou o encontro, mas diz que nunca o fez, e Jay Ellis é o sócio de Marissa.
Este não é o tipo de série que questiona a sanidade mental de Marissa. Em vez disso, episódio após episódio, um membro diferente deste círculo íntimo destaca-se como suspeito. Michael Peña interpreta um detetive envolvido no caso, que, numa instigante cena inicial que mostra o futuro do filme, observa fotografias de todo o grupo e diz: “Sinceramente, não estava à espera disto. Estas pessoas boas a matarem-se.”
7. Pluribus – Apple TV
Só o historial de Vince Gilligan como criador de Breaking Bad e Better Call Saul já faria da sua nova série uma das mais aguardadas da temporada. No entanto a premissa de Pluribus é intrigante por si só, e um bónus adicional é que Rhea Seehorn, conhecida como Kim em Better Call Saul, é a protagonista. O seu papel e a série são bastante diferentes das produções anteriores. Aqui, um vírus toma conta do mundo e deixa todos plácidos e felizes, exceto, aparentemente, Carol (Seehorn), uma autora de romances best-sellers que já era suficientemente ácida sem ter de estar rodeada de rostos irritantemente alegres.
Existe muito mais na história. Reviravoltas e revelações acontecem rapidamente, enquanto Gilligan mistura com mestria ficção científica e crítica social. Se procura pistas, o título é em latim, comummente usado na frase E Pluribus Unum, “De muitos, um”. Gilligan deu a entender, no entanto, que talvez não tenha abandonado completamente as suas séries anteriores.
8. Last Samurai Standing – Netflix
A Netflix está a posicionar esta série de acção japonesa como uma mistura de Shōgun e Squid Game, por razões compreensíveis. Passada no Japão de 1878, no final da era samurai, a série conta com o detalhe visual e a acção de Shōgun. A escala da produção é também enorme, com mais de mil pessoas no elenco e na equipa técnica. Tal como o sucesso coreano Squid Game, o enredo roda em torno de uma competição de sobrevivência.
Tudo começa quando 292 samurais restantes que se reúnem num templo em Quioto, onde cada jogador recebe uma ficha de madeira. O objectivo é roubar as fichas aos rivais, por mais letal que seja o método. Quem chegar a Tóquio com mais fichas ganha uma fortuna e, um prémio nada despiciente, mantém-se vivo. O protagonista da série é um samurai invicto chamado Shujiro, motivado a participar porque precisa do dinheiro para o tratamento da sua mulher e filho doentes. Contudo, ao contrário do jogo de luzes de Squid Game, esta é uma competição de cavalos e esgrima.
9. The Vince Staples Show, segunda temporada – Netflix
A segunda temporada de The Vince Staples Show também estreia em Novembro. A série de ficção é vagamente baseada na vida do rapper e actor. “Após uma morte trágica, Vince embarca numa intensa viagem em busca da paz interior. No entanto, o seu caminho está repleto de memórias do seu passado conturbado.
10. Squid Game: The Challenge, segunda temporada – Netflix
A série de reality shows da Netflix, nomeada para um Emmy e baseada no sucesso sul-coreano Squid Game, está de regresso para a sua segunda temporada. Mais de 450 participantes vão competir neste jogo de alto risco, repleto de “estratégia, alianças e resistência, na disputa por um prémio de 4,56 milhões de dólares que pode mudar as suas vidas”, segundo a Netflix. Mai Whelan venceu a primeira temporada e levou para casa o prémio de 4,56 milhões de dólares.
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