10 Videojogos que marcaram a cultura pop

Pong

1. Pong

Não foi o primeiro videojogo de arcadas como muitos pensam, mas o primeiro jogo a ter uma enorme popularidade. Teve um grande sucesso comercial, quer nas arcadas, quer nas consolas. Jogo de 1972.

 

Tetris

2. Tetris

Na indústria dos jogos de vídeo o Tetris é considerado o “Rei”. Este foi o jogo mais vendido na história, e conta com mais de meio bilião de unidades físicas e downloads vendidos. Considerado um dos jogos mais “viciantes” de sempre. Nasceu em 1984.

 

Pac-Man - Arcada

3. Pac-Man

Marco histórico dos videojogos, este foi o jogo mais popular e mais rentável de todos os tempos nas arcadas. Nos primeiros 10 anos de vida este jogo rendeu cerca de 2.5 biliões de dolares. Considerado o jogo “Embaixador” das Arcadas e considerado uma autêntica obra de arte. Uma das suas primeiras arcadas encontra-se hoje no Museu de Arte moderna em Nova York. Jogo de 1980.

 

 

Super Mario Bros - Nintendo (1985)

4. Super Mario Bros

O primeiro da saga dos “Super Marios” foi desenvolvido para a Nintendo Entertainment System (NES). Apesar de nascer três anos depois do mítico Donkey Kong é Super Mário que vêm a ser o Herói da marca. 32 anos depois, e com mais de 550 milhões de copias vendidas, Super Mário é considerado o melhor jogo de franchising de todos os tempos. Bastante viciante e ainda bastante jogado nos dias de hoje por uma imensa legião de fãs. Nasceu em 1985.

 

Doom

5. Doom

Não foi o primeiro videojogo de tiros na primeira pessoa. Desde 1970 vários videojogos apareceram com este formato e modo de jogo, mas só em 1993 é que o paradigma mudou. Este videojogo serviu de influência e “motor de arranque” para uma série de jogos que ainda hoje marcam a história dos videojogos, como Duke Nukem 3D (1996), Quake (1996), Half-Life (1998), Halo (2001) entre outros.

 

 

Tomb Raider (1996)

6. Lara Croft: Tomb Raider

Ao jogar Tomb Raider pela primeira vez, tínhamos uma noção de perspetiva diferente do que habitualmente estávamos habituados em outros videojogos. Se até aí apenas movimentávamos o personagem do jogo, em Tomb Raider começamos também a movimentar a câmara do jogo, para vermos o que se encontrava à nossa volta para além do cenário em que nos situávamos, para poder então avançar no jogo. Nasceu em 1996.

 

GTA 3

7. Grand Theft Auto 3

Este foi o primeiro videojogo que nos dá a liberdade para fazermos o que quisermos, e em que podemos jogar de forma totalmente aleatória, sem necessidade de seguir uma narrativa. É, assim, um jogo que não tem início e também não tem fim. Tal como Doom ou Tomb Raider este jogo também abriu portas para uma maneira de pensar e de jogar videojogos. Jogo de 2001.

 

Final Fantasy 7

8. Final Fantasy 7

Foi na altura em que saiu (1997) jogo exclusivo para a Playstation 1. O seu motor de jogo era simples, jogado por turnos, assim como os anteriores e outros videojogos semelhantes como o Zelda, por exemplo. Este permitia a evolução e o desenvolvimento de habilidades nos personagens. A grande revolução neste tipo de jogo foi os seus gráficos excelentes acompanhados de uma narrativa cinematográfica, com horas e horas de campanhas e personagens carismáticos ainda nos dias que correm.

 

Need for Speed

9. Need for Speed

Até 1994 já tinham sido desenvolvidos excelentes videojogos de corridas de carros, tais como Sega Rally, Daytona Racing, Outrun, entre outros. Porém o Need for Speed vendeu mais de 150 milhões de copias por todo o mundo. Ainda hoje são produzidas novas versões de Need for Speed com fãs por todo o mundo.

 

 

Street Fighter 2 turbo - Sega

10. Street Fighter 2 Turbo

Existem bastantes jogos de luta, mas Street Fighter 2 Turbo tornou-se um ícone deste género de videojogo, devido aos seus personagens, jogabilidade extremamente simples, habilidades simples e rápidas de executar por cada personagem do jogo e truques escondidos nos cenários do videojogo. Este foi, também, um dos jogos mais vendidos para as arcadas. Excelente videojogo para jogar com dois jogadores. Nasceu na era dourada das arcadas (1991).



Mais: , , | Por: João Baganha